domingo, 3 de janeiro de 2010

GUERRAS




Em uma guerra (exemplo atual - Iraque) onde morrem pessoas e mais pessoas, sera que todas estavam direcionadas a esta ali naquele momento, sera que todas tinham que sofrer ou morrer nesse pais, mnao consigo entender qdo acontecem catastrofes como nao teriam uma pessoa com um destino diferente disso!

De acordo com o que os Espíritos responderam a Allan Kardec, os flagelos destruidores por que passa a Terra,  de tempos em tempos, visam fazê-la progredir mais depressa. A destruição é uma necessidade para a regeneração  moral dos espíritos que a habitam, que, em cada existência física, sobem um degrau na escala de aperfeiçoamento.
Assim, as guerras, os terremotos, os furacões e todos os fenômenos naturais que trazem destruição são, freqüentemente, necessários, para que mais depressa se dê o advento de uma nova ordem de coisas e se realize em alguns anos o  que, sem eles, levaria muitos séculos.

Por outro lado, dentre as leis divinas que regem o Universo, temos a lei de ação e reação ou lei de causa e efeito,  segundo à qual a toda ação corresponde uma reação de igual natureza e na mesma intensidade, mas em sentido  inverso. Isto se aplica tanto em relação às leis que regem a matéria como às que regem a vida espiritual. Quando  o espírito adota práticas que violam as Leis Naturais, através de seus atos e pensamentos, provoca uma desarmonia  no Universo, não admitida pela Natureza, que reage a fim de corrigí-la. Esta reação se dá através de um magnetismo  que ainda não compreendemos inteiramente e pode se dar por intermédio de enfermidades, de sofrimentos morais,  de mortes violentas, dentre outras maneiras, sempre atendendo à natureza da falta cometida.

Quando o espírito está prestes a reencarnar, é feita toda uma programação para a sua futura vivência na matéria. São  definidas as provas às quais irá se submeter - que podem ser por ele mesmo escolhidas, dependendo de seu estágio  evolutivo - o tipo de vida a que se sujeitará, o meio no qual renascerá e outros aspectos principais a que se submeterá em sua nova passagem pela carne, dentre os quais a forma como se dará a sua desencarnação. Assim, espíritos que carregam as matrizes da violência que praticaram em outras existências terão que desencarnar de maneira violenta,  como meio de resgatarem os equívocos praticados contra seus semelhantes.

Desse modo, são atraídos para estes lugares onde predomina a violência espíritos que necessitam vivenciar uma experiência nesse meio e, em muitos casos, que precisam desencarnar de modo violento, para se reequilibrarem perante a Lei Maior.

Há, também, os resgates coletivos, que abrangem toda uma nação. São espíritos que, outrora, reunidos numa nação, praticaram coletivamente atos violentos. Reúnem-se, novamente, nesta mesma nação ou em outra, para resgatarem as violências do passado. As nações agressoras de hoje serão as vítimas da violência de amanhã. Dessa maneira se explica a ocorrência de guerras. Os espíritos que, em conseqüência, desencarnam vitimados pelos atos violentos que uma guerra proporciona, são devedores que necessitam dessa forma de desencarnação para se harmonizarem com a Lei Maior, resgatando equívocos do passado.

CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo

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