segunda-feira, 30 de maio de 2011

30 DE MAIO DE 1431


Às 09 horas, Jehanne D’arc, foi queimada viva com apenas dezenove anos. A cerimônia de execução aconteceu na Praça do Velho Mercado (Place Du Vieux  Marché), em Rouen. Antes da execução, ela se confessou com Jean Totmouille e Martin Ladvenu, que lhe  administraram os sacramentos da comunhão.
Entrou, vestida de branco, na praça cheia de gente, e foi colocada na plataforma montada para sua execução. Após lerem o seu veredicto, acusada por heresia, Jehanne foi queimada viva, graças aos esforços do ambicioso bispo Pierre Cauchon (1371-1442), durante o tribunal eclesiástico.
Suas cinzas foram jogadas no rio Sena, para que não se tornassem objeto de veneração pública. Era o fim da heroína francesa.
Diz-se que se ouviu até dos soldados ingleses enquanto Jehanne ardia em chamas, expressões do tipo “estamos perdidos, queimamos uma santa”. O carrasco contou que apesar de todo o óleo, enxofre e combustível que tinha usado , seu coração permaneceu intacto às chamas e não puderam reduzir as cinzas o seu coração. Jogaram tudo o que restara dela no rio Sena, por ordem dos ingleses.

domingo, 29 de maio de 2011

29 DE MAIO DE 1431

Jehanne D’arc é condenada à fogueira por heresia.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

27/28 DE MAIO DE 1430

Jehanne foi entrevistada pelo próprio Duque de Borgonha, Felipe, o bom. Naquele momento Jehanne D’arc era propriedade do Duque de Luxemburgo. Jehanne foi levada ao Castelo de Beaurevoir, onde permaneceu todo o verão, enquanto o Duque de Luxemburgo negociava sua venda. Ao vendê-la aos ingleses, Jehanne foi transferida a Rouen.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

13 DE MAIO DE 1431

Domingo

O Conde de Warwick promove um grande banquete. Warwick diz Cauchon que o julgamento foi por muito tempo.
Posteriormente, alguns dos dignitários (não Cauchon, entretanto) iriam ver Jehanne em sua cela. Jean de Luxemburgo (que tinha sido o primeiro a fazer prisioneira Jehanne) diz, "Jehanne, tenho vindo a pagar um resgate para você desde que você esteja disposta a prometer de que você nunca vai pegar em armas contra nós de novo."
Jehanne vê através deste e diz: "Em nome de Deus, você está zombando de mim, pois eu sei bem que você não tem o poder nem a vontade de fazer isso."
E eles trocaram frases semelhantes várias vezes, com Jehanne então, dizendo: "Eu sei muito bem que este Inglês me quer morta, porque eles pensam que depois da minha morte que vão ganhar o reino da França. Mas estavam lá cem mil Godons (gíria para Inglês ) mais do que há no momento, eles não terão o reino. "
Ao ouvir estas palavras, o conde de Stafford fica furioso, e puxa sua adaga meio fora de sua bainha de greve e quer Jehanne morta, mas Warwick o impede

quinta-feira, 12 de maio de 2011

12 DE MAIO DE 1431


Sábado
Os juízes em reunião e votaram (11-3) para não torturar Jehanne.
Aubert Morel, Thomas de Courcelles e Nicolas Loiseleur foram os 3 votos para a tortura. (Loiseleur foi o que já havia tentado enganar Jehanne indo para sua cela e se passar por um amigo).

quarta-feira, 11 de maio de 2011

LIÇÕES DE SABEDORIA

Todo conhecimento superior que se adquire visa ao desenvolvimento moral e espiritual do ser. No que diz respeito às conquistas imortais, a responsabilidade cresce na razão direta daquilo que se assimila. Ninguém tem o direito de acender uma candeia e ocultá-la sob o alqueire, quando há o predomínio de sombras solicitando claridade. A consciência esclarecida, portanto, não se pode omitir quando convidada ao serviço de libertação da ignorância de outras em aturdimento. Somos células pulsantes do organismo universal, e quando alguém está enfermo, debilitado, detido no cárcere do desconhecimento, o seu estado se reflete no conjunto solicitando cooperação.
Jesus é o exemplo dessa solidariedade, porque jamais se escusou, nunca se deteve, avançando sempre e convidando todos aqueles que permaneciam na retaguarda para segui-lO. Esse é o compromisso do ser inteligente na Terra e no Espaço: socorrer em nome do amor os irmãos que se detêm ergastuiados no erro, no desconhecimento, na dor...
“A Humanidade, desde priscas Eras, tem recebido a iluminação que verte do Alto. Nunca faltaram os missionários do Bem e da Verdade conclamando à ascensão, à superação das imperfeições morais. Em época alguma e em lugar nenhum deixou de brilhar a chama da esperança em nome de Nosso Pai, que enviou os Seus apóstolos ao Planeta, a fim de que todas as criaturas tivessem as mesmas chances de auto realização e de crescimento interior.
Todos eles, os nobres Mensageiros da Luz, desempenharam as suas atividades em elevados climas de enobrecimento e de abnegação, que deles fizeram líderes do pensamento de cada povo, de todos os povos.
“Foi, no entanto, Jesus, quem melhor se doou à Humanidade, ensinando pelo exemplo dedicação até à morte, e oferecendo carinho até hoje, aguardando com paciência infinita que as Suas ovelhas retornem ao aprisco”.
Apesar das Suas magníficas lições, o ser humano alterou o rumo da Sua proposta de lídima fraternidade, promovendo guerras de extermínio, elaborando castas separatistas, elegendo ilusões para a conquista do reino terrestre... Sabendo, por antecipação, dessa peculiaridade da alma humana, o Mestre prometeu o Consolador que viria para erguer em definitivo os combalidos na luta, permanecendo com as criaturas até o fim dos tempos...
“E o Consolador veio. Ao ser apresentado no Espiritismo, surgiram incontáveis possibilidades de edificação humana, pelo fato de a Doutrina abarcar os vários segmentos complexos e profundos da Ciência, da Filosofia e da Religião, contribuindo em todas as áreas do conhecimento e da emoção para o desenvolvimento dos valores eternos e a consequente consolidação do reino de Deus na Terra. Expandindo-se a Codificação kardequiana, as multidões esfaimadas de paz e atormentadas por vários fatores, acercaram-se e continuam abeberando-se na fonte generosa e rica, para serem atendidas, sorvendo os seus sábios ensinamentos.
“Quando, porém, deveriam estar modificados os rumos convencionais e estabelecidos a fraternidade, a solidariedade, a tolerância, o trabalho de amor na família que se expande, começam a surgir desavenças, ressentimentos, conflitos, campanhas de perturbação e ataques grosseiros, repetindo-se as infelizes disputas geradas pelo egoísmo e pela vã cegueira das paixões dissolventes, conforme ocorreu no passado com o Cristianismo, destruindo a sementeira ainda não concluída e ameaçando a ceifa que prometia bênçãos.
Espíritos uns, possuídos pelo desejo de servir, mergulham no corpo conduzindo expectativas felizes para ampliar os horizontes do trabalho digno, mas, vítimas de si mesmos e do seu passado sombrio, restabelecem as vinculações enfermiças, tombando nas malhas bem urdidas de obsessões cruéis, vitimados e perdidos... Outros mais, que deveriam ser as pontes luminosas para o intercâmbio entre as duas esferas vibratórias, açodados na inferioridade moral, comprometem-se com os vícios dominantes no mundo e desertam das tarefas redentoras... Diversos outros ainda, preparados para divulgar o pensamento libertador, deixam-se vencer pelo bafio do egoísmo e do orgulho que deveriam combater, tornando-se elementos perturbadores, devorados pela ira fácil e dominados pela presunção geradora de ressentimentos e de ódios... A paisagem, que deveria apresentar-se irisada pela luz do amor, torna-se sombreada pelos vapores da soberba e do despautério, tornando-se palco de disputas vis e de promoções doentias do personalismo, longe das seguras diretrizes do legítimo pensamento espírita...
Que estão fazendo aqueles que se comprometeram amar, ajudar-se reciprocamente, fornecendo as certezas da imortalidade do Espírito e da Justiça Divina? Enleados pelos vigorosos fios da soberba e da presunção, creem-se especiais e dotados com poderes de a tudo e a todos agredir e malsinar.
“Como consequência dessa atitude enferma estão desencarnando muito mal, incontáveis trabalhadores das lides espíritas que, ao inverso, deveriam estar em condições felizes. O retorno de expressivo número deles ao Grande Lar tem sido doloroso e angustiante, conforme constatamos nas experiências vivenciadas em nossa Esfera de atividade fraternal e caridosa. O silêncio em torno da questão já não é mais possível. Por essa razão, anuímos que sejam trombeteadas as informações em torno da desencarnação atormentada de muitos servidores da Era Nova em direção aos demais combatentes que se encontram no mundo, para que se deem conta de que desencarnar é desvestir-se da carne, libertar-se dela e das suas vinculações, porém, é realidade totalmente diversa e de mais difícil realização.”
O digno missionário silenciou por breves segundos, logo dando curso aos seus enunciados:
— Felizmente nos confortam o testemunho de inúmeros heróis do trabalho, os permanentes exemplificadores de caridade, a constância no bem pelos vanguardeiros do serviço dignificante, os ativos operários da mediunidade enobrecida e dedicada ao socorro espiritual, os incansáveis divulgadores da verdade sem jaça e sem prepotência que continuam no ministério abraçado em perfeita sintonia com as Esferas Elevadas de onde procedem.
“Quem assume compromisso com Jesus através da Revelação Espírita, não se pode permitir o luxo de O abandonar na curva do caminho, e seguir a sós, soberbo quão dominador, porque a morte o aguarda no próximo trecho da viagem e o surpreendera conforme se encontra, e não, como se dará conta do quanto deveria estar melhor mais tarde.
“A transitoriedade da indumentária física é convite à reflexão em torno dos objetivos essenciais da vida que, a cada momento, altera o rumo do viajante de acordo com o comportamento a que se entrega. Ninguém se iluda, nem tampouco iluda aos demais. A consciência, por mais se demore anestesiada, sempre desperta com rigor, convidando o ser ao ajustamento moral e à regularização dos equívocos deixados no trajeto percorrido. Todos quantos aqui nos encontramos reunidos, conhecemos a dificuldade do trânsito físico, porque já o vivenciamos diversas vezes, e ainda o temos vivo na memória e nos testemunhos a que fomos convocados. Ninguém esteve na Terra em regime de exceção. Apesar disso, bendizemos as dificuldades e as provas que nos estimularam ao avanço e à conquista da paz.
“Provavelmente, estas informações, quando forem conhecidas por muitos correligionários, serão contraditadas e mesmo combatidas. Nunca faltam aqueles que se entregam à zombaria e à aguerrida oposição. Os seus estímulos funcionam melhor quando estão contra algo ou alguém. Não nos preocupamos com isso. Cumpre-nos, porém, o dever de informar com segurança, e o fazemos com o pensamento e a emoção direcionados para a Verdade. Como os reencarnados de hoje serão os desencarnados de amanhã, e certamente o inverso acontecerá, os companheiros terrestres constatarão e se cientificarão de visu. Jamais nos cansaremos de amar e de servir, tentando seguir as luminosas pegadas de Jesus, que nos assinalou com sabedoria: — Muitos serão chamados e poucos serão escolhidos. Sem a pretensão de sermos escolhidos, por enquanto apenas pretendemos atender-lhe ao sublime chamado para o Seu serviço entre as criaturas humanas de ambos os planos da vida.”
Calando-se, visivelmente emocionado, ergueu-se e, nimbado por peculiar claridade que dele se irradiava, exorou a Deus com inesquecível tom de voz:
Amantíssimo Pai, incomparável Criador do Universo e de tudo quanto nele pulsa!
Tende compaixão dos vossos filhos terrestres, mergulhados nas sombras densas da ignorância e do primarismo em que se demoram.
A vossa excelsa misericórdia tem-se consubstanciado em lições de vida e de beleza em toda parte, convidando-nos, estúrdios que somos, ao despertamento para a vossa grandeza e sabedoria infinita. Não obstante, continuamos distraídos, distantes do dever que nos cabe a tendei.
Apiedai-vos da nossa pequenez e deixai-nos sentir o vosso inefável amor, que nos rocia e quase não é percebido, a fim de alterarmos o comportamento que vimos mantendo até este momento.
Enviastes-nos Jesus, o inexcedível Amigo dos deserdados e dos infelizes, depois de inumeráveis Mensageiros da Luz, ouvimos-Lhe a voz, sensibilizamo-nos com o Seu sacrifício, no entanto, desviamo-nos do roteiro que Ele nos traçou e continua apontando. Tombando, porém, no abismo, por invigilância e leviandade, tentamos reerguer-nos várias vezes, e nos ajudastes por compaixão, sem que essa magnanimidade alterasse por definitivo nossa maneira de ser durante os séculos transatos.
Permitistes que Allan Kardec mergulhasse no corpo, afim de demonstrar-nos a imortalidade da alma, quando campeava a descrença e a cegueira em torno da vossa Majestade, e também nos fascinamos com o mestre lionês.
Logo depois, porém, eis-nos perdidos no cipoal dos conflitos a que nos afeiçoamos, experimentando sombra e dor, esquecidos das diretrizes apresentadas.
No limiar da Nova Era que se anuncia, permiti que vossa luz imarcescível nos clareie por dentro, libertando-nos de toda treva e assinalando-nos com o discernimento para vos amar e vos servir com devotamento e abnegação.
Excelso Genitor tende piedade de nós, favorecendo-nos com o entendimento que nos ajude a eliminar o mal que ainda se demora em nós, desenvolvendo o bem que nos libertará para sempre da inferioridade que predomina em a nossa natureza espiritual.
Sede, pois, louvado, por todo o sempre, Venerando Pai!
Calou-se o orante.
A luz ambiente diminuiu de intensidade durante a oração, ao tempo em que peregrina claridade de luar invadiu o recinto bafejado por acordes harmônicos de harpa dedilhada ao longe com incomum maestria. Simultaneamente, pétalas de rosas coloridas caíam do teto e diluíam-se com delicadeza no contato conosco.
As lágrimas nos escorriam silenciosas e longas pela face, confirmando o nosso compromisso emocional com o dever que jamais desapareceria do nosso rumo espiritual.
O ambiente permaneceu em silêncio profundo por alguns minutos, ouvindo-se o pulsar da Natureza e recebendo-se o inefável amparo divino.
Lentamente a claridade ambiente retomou e todos nos olhamos comovidos e felizes.
Eurípedes Barsanulfo
Trecho do livro Tormentos da Obsessão

segunda-feira, 9 de maio de 2011

09 DE MAIO DE 1431

Quarta-feira, 

Jehanne é levada a câmara de tortura e mostrados os instrumentos de tortura. (A tortura era permitido nos ensaios inquisição se se acreditava que o acusada tinha feito declarações contraditórias, ou tinha mentido contra outras provas consideradas irrefutáveis.)
Jehanne respondeu:
"Em verdade, se você fosse me fazer membro a membro e separar a minha alma do meu corpo, Eu não diria mais nada: e se eu não disse nada, eu devo declarar depois que você tinha me obrigado a dizê-lo pela força.
" Então ela disse que em Santa Cruz, último dia ela recebeu o conforto do Arcanjo Gabriel: ela está convicta de que foi Gabriel, ela sabia de suas vozes era ele.
Ela disse que pediu o conselho de suas vozes se ela deveria apresentar à Igreja desde o clero estavam pressionando seu relato para apresentar: sua voz disse-lhe que se ela que Nosso Senhor à ajuda e que ela deve esperar no Senhor em todas as suas obras.
Ela disse que Nosso Senhor sempre foi o mestre de seus atos, e o inimigo nunca tinha poder sobre eles.
Ela perguntou-lhe as vozes se ela seria queimada e eles responderam que ela deve esperar em Deus, e Ele ajuda-la.
Quando perguntado sobre a coroa, ela disse que tinha dado ao arcebispo de Reims, e se ela iria submeter-se a ele, ela respondeu: "Mande-o aqui [e deixe-me ouvi-lo falar]: e depois vou lhe responder.
Ousa não negar o que eu vos disse ".
Mas vendo a dureza de seu coração e sua maneira de responder, nós, os juízes, disse, temendo que os tormentos da tortura seria de pouco lucro para ela, decidiu adiar a sua aplicação até que se tivesse recebido um conselho mais completo sobre a questão.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

HORA DA DIVULGAÇÃO


Quem possui um tesouro e é sábio, investe-o, gerando bênçãos.
Quem conduz claridade, esparze luz onde se encontra.
Quem frui felicidade, distribui alegria, promovendo esperança.
Quem ama, irradia júbilo.
Quem tem conhecimento, elucida problemas e auxilia nas dificuldades.

*
O Espiritismo é um tesouro de alto valor, que tem a missão de produzir lucros de amor e juros de paz.
Ocultá-lo, sem o promover entre as criaturas, é o mesmo que enterrar uma fortuna, que assim perde a finalidade para a qual existe.
Retê-lo, constitui crime de avareza, considerando-se a fome de luz de que padecem as criaturas.
Adiar a sua divulgação, onde se encontre o espírita, representa perda de oportunidade valiosa, que não se repetirá.
Condicioná-lo às circunstâncias e interesses, seria desfigurá-lo na legitimidade dos seus conceitos e objetivos edificantes.
Pessoas existem que sofrem hipertrofia dos sentimentos e não se dão conta.
Criaturas movimentam-se, no mundo, fátuas e risonhas, ignorando, porém, porque vivem e para que vivem.
Homens agem sob os automatismos de que se tornaram vítimas.
Indivíduos desajustam-se por desconhecerem os valores do espírito.
Coletividades desarticulam-se, porque vencidas pelo egoísmo e pelas paixões dissolventes.
O Espiritismo é o antídoto eficiente e rápido para os males que grassam, na Terra, destruindo o materialismo e promovendo a vida.
Difundi-lo, a rigor, é tarefa de quantos se identificam com as suas lições e nele encontraram satisfação de viver.
Não é lícito impô-lo, nem justo deixar de apresentá-lo.
A convicção de que ele se faz objeto, favorecendo a pessoa com bênçãos, deve emular o seu beneficiário a levá-lo a quantos o ignoram.
E porque este é o momento da renovação espiritual da Humanidade, que se encontra exaurida por dores superlativas, também é a hora da divulgação, consciente e nobre, da Doutrina, que “mata a morte” e alonga a vida, elucidando os enigmas complexos da existência carnal com acenos seguros de felicidade à vista.


Autor: Marcelo Ribeiro (espírito)
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Terapêutica de Emergência


domingo, 1 de maio de 2011

02 DE MAIO DE 1431

 Quarta-feira,
- Jehanne é admoestada publicamente na sala de fora do Hall de Estado.
Jehanne lhes diz: "Leia, e então eu vou lhe responder. Eu olho para Deus, meu criador, em todos. Eu o amo com todo meu coração.
Eles pedem é que tudo o que ela quer responder agora. Ela responde:"
Eu olhao para o meu juiz - Ele é o Rei do Céu e da terra.
"A resposta dos juízes" que quer dizer que você não tem juiz nesta terra? Não é o nosso pai santo, o Papa julgar o seu?
"Jehanne diz:" Eu não vou responder sobre isso. Eu tenho um bom mestre - isto é, nosso Senhor - a quem só eu procuro, e nenhum outro.
“Ela diz a Cauchon:" Você não vai fazer o que você disse contra mim, sem sofrimento para meu corpo e minha alma. "
Eles lêem os artigos 12 a ela. Ela não responde e é devolvida à sua cela.