segunda-feira, 30 de maio de 2011

30 DE MAIO DE 1431


Às 09 horas, Jehanne D’arc, foi queimada viva com apenas dezenove anos. A cerimônia de execução aconteceu na Praça do Velho Mercado (Place Du Vieux  Marché), em Rouen. Antes da execução, ela se confessou com Jean Totmouille e Martin Ladvenu, que lhe  administraram os sacramentos da comunhão.
Entrou, vestida de branco, na praça cheia de gente, e foi colocada na plataforma montada para sua execução. Após lerem o seu veredicto, acusada por heresia, Jehanne foi queimada viva, graças aos esforços do ambicioso bispo Pierre Cauchon (1371-1442), durante o tribunal eclesiástico.
Suas cinzas foram jogadas no rio Sena, para que não se tornassem objeto de veneração pública. Era o fim da heroína francesa.
Diz-se que se ouviu até dos soldados ingleses enquanto Jehanne ardia em chamas, expressões do tipo “estamos perdidos, queimamos uma santa”. O carrasco contou que apesar de todo o óleo, enxofre e combustível que tinha usado , seu coração permaneceu intacto às chamas e não puderam reduzir as cinzas o seu coração. Jogaram tudo o que restara dela no rio Sena, por ordem dos ingleses.

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