sábado, 14 de julho de 2012

LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE

Lembramos que no dia 14 esta sendo comemorado mais um aniversário da Revolução Francesa, representada pela Queda da Bastilha, revolução que veio mudar muitas coisas no mundo e que levantou uma flâmula capaz de incendiar o pensamento.
Liberdade, igualdade e fraternidade, eis um dístico que orgulharia a humanidade de qualquer época e lugar, flâmula que fez vibrar os franceses na revolução que levou a derruir a pavorosa prisão chamada Bastilha. Entretanto, as bastilhas continuam de pé nos corações egoístas.
O homem lentamente vai se livrando da sua belicosidade. Mas gostaríamos, como todos, de vê-lo trilhando os caminhos da paz. Os grandes aglomerados humanos parece neurotizar os seus habitantes, e a violência, estimulada pelos desníveis sociais, leva os homens ao desespero, e no desespero se armam, e no se armarem constroem as tragédias que os cronistas descrevem com sensibilidade.
Liberdade, palavra bonita e procurada com empenho. Liberdade de ir e vir, liberdade de expressão, liberdade de ser gente. Há quem se sinta prisioneiro, mesmo flutuando numa asa delta, e há quem, preso a um leito ou a uma cadeira de rodas, voa pelo espaço infinito qual condor dos Andes.
Igualdade. Utopia, pois sempre existirá as diferenças de méritos. Mas a igualdade aproximada é possível. O direito de viver corresponde ao direito de se ter dignidade de vida. Direito à alimentação, moradia, propriedade, escola, assistência médica, bem estar físico e mental.
Fraternidade. Ah, se existisse fraternidade, quão mais fácil seria a liberdade e a igualdade. Fraternidade que faria com que os homens se sentissem irmãos, se compreendessem, se amassem. Impossível? Não! Pois muitos já provaram que é possível amar o seu próximo.
É por isso que acreditamos que a sociedade de São Paulo, Rio ou de qualquer lugar poderá reverter a violência. É por isso que a Rede Boa Nova de Rádio mantém o programa Campanha Boa Nova Pela Paz, e convida seus ouvintes contra o mal, mas com amor no coração. Podemos conseguir a paz trabalhando por ela, mesmo sem sermos super-heróis, políticos, militares, ou prêmio Nobel da paz.
O homem que traz a paz no seu coração, é filho da paz, e sua presença acalma, tranquiliza. Assim foi Gandhi, assim foi Francisco de Assis, assim foi Hellen Keller, Madre Teresa, Francisco Cândido Xavier, Jesus de Nazaré... Estes e muitos outros que caminhando pelas trilhas do mundo, deixaram cair de suas sandálias poeira de estrelas, para iluminar o roteiro de quem quiser seguir por ele.
Lógico que precisamos mudar muita coisa. Precisamos cuidar das crianças abandonadas, precisamos corrigir as injustiças sociais, combater a miséria, criar empregos, e sobretudo combater as drogas, dando à nossa juventude uma razão maior e mais bela para se viver, colocando a droga no seu devido lugar, o lixo.

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