quinta-feira, 26 de setembro de 2013

PERDOAR PODE PRESERVAR NOSSA SAÚDE



No livro No Mundo Maior, cap. X, diz Calderaro, um sábio mentor: “O ódio diariamente extermina criaturas no mundo, com intensidade e eficiência mais arrasadoras que as de todos os canhões da Terra troando a uma vez. É mais poderoso, entre os homens, para complicar os problemas e destruir a paz, que todas as guerras conhecidas pela humanidade no transcurso dos séculos.” Mas, essas observações, não são só para os que revidam as ofensas, mas também para os que ficam na vontade de revidar, de esganar o ofensor, mas que acabam engolindo a própria ira. Bebendo seu próprio veneno, destilado pelo ódio, causando-lhe grandes desequilíbrios. O ressentimento vai minando (diminuindo) nossas energias e enfraquecendo os mecanismos imunológicos (que nos deixam imunes, protegidos, das doenças). Há uma quantidade imensa de males físicos e psíquicos resultantes do auto-envenenamento, resultado do cultivo de mágoas no lar, na rua, no local de trabalho, na escola . . . O ódio produz reações perturbadoras em nosso comportamento e nos enferma. O campo de vibração é tão negativa que a espiritualidade não consegue se aproximar para ajudar. Divaldo P. Franco diz que o perdão, deixou de ser uma virtude teológica (religiosa) para ser uma terapia. Muitas pessoas afirmam perdoar, mas a maioria que faz esta afirmativa, faz só da boca para fora, e que mais cedo ou mais tarde acabam mostrando variadas formas de revide, porque não é sincero, não é do fundo do coração. Por exemplo, aquele perdão onde dizemos: - Perdoo, mas não esqueço o mal que me fez! - (rancor) - Perdoo, mas não quero vê-lo nunca mais! – (condenação) - Perdoo, mas lamento ter me envolvido com esse (a) infeliz! – (menosprezo) - Perdoo, mas Deus há de castigá-lo! – (maldição) - Perdoo, mas antes lhe direi umas verdades! – (pretensão) - Perdoo, mas deixa ela (e) vir me pedir alguma coisa! – (vingança) Em qualquer dessas alternativas estamos destilando o nosso ressentimento que vai nos envenenando. O melhor mesmo é não ter que perdoar. E para não precisar perdoar, é só usarmos a fórmula mágica que chama-se COMPREENSÃO. Porque ninguém é propriamente mau. Somos todos filhos de Deus. Não podemos exigir das pessoas mais do que podem dar. Há mais fragilidade que intencionalidade nos prejuízos que estas pessoas nos causam. A compreensão dispensa o perdão. Porque, quem compreende não se ofende, entende as limitações humanas, e enche-se de misericórdia (compaixão).

No livro No Mundo Maior, cap. X, diz Calderaro, um sábio mentor:

“O ódio diariamente extermina criaturas no mundo, com intensidade e eficiência mais arrasadoras que as de todos os canhões da Terra troando a uma vez. É mais poderoso, entre os homens, para complicar os problemas e destruir a paz, que todas as guerras conhecidas pela humanidade no transcurso dos séculos.”

 Mas, essas observações, não são só para os que revidam as ofensas, mas também para os que ficam na vontade de revidar, de esganar o ofensor, mas que acabam engolindo a própria ira. Bebendo seu próprio veneno, destilado pelo ódio, causando-lhe grandes desequilíbrios.

O ressentimento vai minando (diminuindo) nossas energias e enfraquecendo os mecanismos imunológicos (que nos deixam imunes, protegidos, das doenças).

Há uma quantidade imensa de males físicos e psíquicos resultantes do auto-envenenamento, resultado do cultivo de mágoas no lar, na rua, no local de trabalho, na escola. . .

O ódio produz reações perturbadoras em nosso comportamento e nos enferma. O campo de vibração é tão negativa que a espiritualidade não consegue se aproximar para ajudar. Divaldo P. Franco diz que o perdão, deixou de ser uma virtude teológica (religiosa) para ser uma terapia.

Muitas pessoas afirmam perdoar, mas a maioria que faz esta afirmativa, faz só da boca para fora, e que mais cedo ou mais tarde acabam mostrando variadas formas de revide, porque não é sincero, não é do fundo do coração. Por exemplo, aquele perdão onde dizemos:

- Perdoo, mas não esqueço o mal que me fez! - (rancor)

- Perdoo, mas não quero vê-lo nunca mais! – (condenação)

- Perdoo, mas lamento ter me envolvido com esse (a) infeliz! – (menosprezo)

- Perdoo, mas Deus há de castigá-lo! – (maldição)

- Perdoo, mas antes lhe direi uma verdade! – (pretensão)

- Perdoo, mas deixa ela (e) vir me pedir alguma coisa! – (vingança)

 

Em qualquer dessas alternativas estamos destilando o nosso ressentimento que vai nos envenenando.

O melhor mesmo é não ter que perdoar.

E para não precisar perdoar, é só usarmos a fórmula mágica que chama-se COMPREENSÃO. Porque ninguém é propriamente mau. Somos todos filhos de Deus. Não podemos exigir das pessoas mais do que podem dar. Há mais fragilidade que intencionalidade nos prejuízos que estas pessoas nos causam.

A compreensão dispensa o perdão.

Porque, quem compreende não se ofende, entende as limitações humanas, e enche-se de misericórdia (compaixão). Jesus sabia disso, por isso disse no instante derradeiro: "PAI, PERDOA-LHES, ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM.".

Nenhum comentário:

Postar um comentário